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Ações.

Bom, galerinha hoje resolvi abordar um tema “polêmico” o Rodeio e quebrar alguns mitos comuns que o cercam!
Então, lá vai! 😉

O animal sofre mesmo?
O touro não pula naturalmente, então, assustamos, estressamos e machucamos o animal para que ele salte, utilizando diversos objetos para isso (polaco, peiteira, terebintina).

E quanto a cultura?
Rodeios não fazem parte da cultura brasileira, a palavra rodeio tem origem espanhola e é um “esporte” norte-americano importado para o Brasil.

Sem contar que muitas práticas ditas culturais foram banidas em diversos lugares do mundo por questões éticas e sociais.  Não aprovamos, por exemplo, o apedrejamento e as chibatadas em mulheres no mundo oriental, é uma cultura em certos lugares, mas é errado!

Mas, eu vou pelo show!!
O seu dinheiro é dividido igualmente entre os eventos do rodeio, independente de seus objetivos. Se você vai ao rodeio, você patrocina o sofrimento animal.

Mas, qual o problema se o boi só fica 8 segundos na arena?
Apenas o que vemos dura 8 segundos, porém, o ‘treinamento’ do animal é constante e diário, o sedém é colocado tempos antes do animal ser colocado na arena e também existe os treinos diários  de 6 a 8 horas.

O que é o Sedém?
É uma cinta que se amarra na virilha do animal e que faz com que ele pule de dor (não de cócegas), já que nessa região existem órgãos, como parte dos intestinos, bem como a região do prepúcio, onde se aloja o pênis do animal.

Mas, não faz diferença, se eu não for, outro vai no meu lugar!
Muitos rodeios (entre outros ‘eventos’) pelo mundo todo e até mesmo no Brasil já foram proibidos de apresentar animais por manifestações populares que começaram com apenas uma pequena ação (por exemplo uma twitada/blogada).

Existe alguma lei?
Sim, a lei nº 9.605/98 em seu artigo 32º diz que confere como crime:
“Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.”

 

O que fazer?
O primeiro passo é se informar bem, conhecer o rodeio como um todo e então agir, criando grupos em sua cidade e região para debater a respeito e buscar soluções, realizar campanhas de conscientização, criar abaixo-assinados, divulgar a causa (blogar, twittar, etc.), conversar com os governantes, exigir melhoria e reforma nas leis, devemos nos mobilizar!

Mais Informações: OdeioRodeio

Ambientalista, adepta da alimentação sem carne, simpatizante dos direitos animais e agora blogueira!

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