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Instituto Royal, Notícias.

A Audiência Pública será dia 29 de outubro às 14 horas: Compareça!

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O Debate sobre denúncias de maus-tratos a animais no Instituto Royal, situado no município de São Roque (SP) com o Requerimento n.º 287/2013 e o Requerimento n.º 288/2013 de autoria de dois Deputados relacionados aos animais.

 

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Palestrantes:
(A CONFIRMAR) MARCO ANTONIO RAUPP, Ministro de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação

• (CONFIRMADO) Deputado RICARDO IZAR, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais

• (A CONFIRMAR) MARCELO MORALES, Coordenador do Concea – Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação

• PEDRO CANÍSIO BINSFELD, Assessor da Dimon – DiRetoria de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, representando o Diretor-Presidente Dirceu Brás Aparecido

• STÉLIO PACCA LUNA, Professor da Unesp – Universidade Estadual de São Paulo (campus de Botucatu)

• PAULA PAPA, Médica Veterinária, Professora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP – Universidade de São Paulo

• Representante da Universidade Federal de Santa Catarina

• HELDER CONSTANTINO, Coordenador da “Campanha Liberte-se da Crueldade”, da organização Humane Society International (HSI)

• VANICE ORLANDI, Presidente da UIPA – União Internacional Protetora dos Animais

(A CONFIRMAR) LUISA MELL, Ativista da Causa Animal

(A CONFIRMAR) SILVIA ORTIZ, Diretora-Geral do Instituto Royal

(A CONFIRMAR) ALINE PIMENTEL ZANZERI, funcionária do Instituto Royal

(A CONFIRMAR) ADRIANA LEITE DE ALMEIDA, funcionária do Instituto Royal

(A CONFIRMAR) HUDSON VIANA BORGES, funcionário do Instituto Royal

Link: Câmara dos Deputados

Nota do Portal: O próprio ato de utilizar outro ser senciente para “benefícios” de outros é por si só um ato de violação física e psicológica, visto que, os animais utilizados como cobaias não são voluntários, estão sendo forçados a cederem seus corpos por que outro indivíduo o quer usar da sua maneira, reparem que essa mesma característica pode ser facilmente transportada para outras situações de violência como o estupro. Quem são favoráveis aos testes não o são pela ciência, pela saúde humana, mas por falta de atualização no que existe de métodos substitutivos atualmente e por que não conseguem ou não querem enxergar no que o desuso dos animais iria propiciar de desenvolvimentos futuros de outros métodos substitutivos não existentes com base em tecnologia e referência do que já existe e do que já se sabe ou simplesmente são favoráveis aos testes por puro interesse econômico. Cientistas de verdade se permitem ao questionamento, e os muitos que já questionaram, “mudaram de lado” por assim se dizer.

 

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