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Cenas de sangue e matança estão causando repulsa no elenco

The Walking Dead é uma série de televisão norte-americana que retrata um mundo onde os zumbis dominaram o planeta Terra e os seres humanos se tornaram presas fáceis durante o dia e principalmente a noite. Série desenvolvida por Frank Darabont e baseada na série de quadrinhos de mesmo nome por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard.

No mundo pós-apocalíptico de ‘The Walking Dead’, Rick Grimes (Andrew Lincolm) e o seu grupo de sobreviventes continuam a sua batalha para sobreviver tanto às ameaças dos walkers (zumbis) como aos vários perigos que se escondem entre os vivos.

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Vísceras sangrentas, carnes expostas, cortes, sangue, muito sangue, morte e alguns ossos de fora. Há definitivamente muito disso em “The Walking Dead”. Tanto é, que parte do elenco e da equipe da série, estão começando a rejeitar e abandonar o consumo de carne em repulsa a tudo que vivenciam na produção da série.

“Depois de assistir os zumbis reais consumindo carne humana sangrenta ou vendo cabeças e outras partes de corpo cortada, ninguém estava tocando a carne vermelha ou até mesmo em carne de frango que estava disponível para consumo no set”, disse uma fonte “off-câmera”, que estima que cerca de 80% dos alimentos fornecidos agora são baseados em uma alimentação vegetariana e nós estamos falando de centenas de pessoas que precisam ser alimentadas.

Segundo The Daily Star, o conjunto de refeições inclui salada de espinafre, abacate com vinagrete de alho e mostarda, risoto de cogumelos e feijão preto e panqueca de milho mexicanas.

“Eu me tornei um ‘vegetariano’ e eu estou chateado com isso”, afirmou Norman Reedus (que interpreta Daryl Dixon na série).

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No episódio “No Sanctuary”, primeiro da quinta temporada (que iniciou no dia 13 de outubro), os moradores do prédio Terminus enganam sobreviventes propagando que o local é um santuário de refúgio para se abrigar, se alimentar e sobreviver, atraindo pessoas para o “santuário”, porém, os moradores do Terminus confinam seus novos habitantes e os matam para se alimentarem de suas carnes, transformando o antigo santuário de sobrevivência em um verdadeiro matadouro-açougue de seres humanos com direito a golpe na cabeça e corte no pescoço para escorrer o sangue (atitude brutal e semelhante ao que é feito diariamente com bilhões de animais para consumo humano no mundo todo).

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No episódio, as pessoas eram amarradas, colocadas de joelho e tinham suas gargantas cortadas para escorrer o sangue. Depois eram esquartejadas pelos açougueiros até virarem pedaços menores de carne para serem consumidos pelos habitantes do Terminus (conceito “referente ausente” desenvolvido por Carol Adams).

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Assistam o trailer e vejam a cena do matadouro:

Nota da redação: O abandono do consumo de carne dessas pessoas provavelmente vem do fato de estarem em contato com a realidade do que deve ser feito para consumir carne: deve se causar sofrimento, desespero, sangue e morte, somente assim para obter carne, por isso, a repulsa por aquilo que antes era considerado alimento. E isso “deve ser feito” para conseguir carne, pois animal algum se entregaria para a morte. Nem os sobreviventes da série fictícia de The Walking Dead, nem os bilhões de animais criados e confinados para consumo real do ser humano. Toda agonia sofrida pelos personagens em busca da sobrevivência é realidade diária para os bilhões de animais que entram em desespero quando confinados, quando separados de suas famílias, quando sofrem e quando ficam em uma agonia e desespero verdadeiro no corredor dos matadouros.

Espera-se que esse pequeno despertar do elenco de The Walking Dead sirva de pavio para recobrar a consciência, a curiosidade e busca pelo conhecimento para compreender os interesses e os direitos animais, para que consequentemente percebam que todo produto de origem animal é oriundo de medo, sangue, horror, sofrimento, terror e morte.

* Para saber a realidade da matança real que acontece com os animais mortos para consumo humano, assista um vídeo de investigação da ONG Mercy For Animals:

 

• Para saber mais informações sobre Veganismo & Direitos Animais, acesse: www.SejaVegan.com.br

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