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 McDonalds: piercing de nariz, mosca, rato, detergente e dessa vez uma camisinha utilizada

Big Mac: com ou sem camisinha?

Uma filial do McDonalds em Chicago, nos Estados Unidos, foi processada pela mãe de uma criança de dois anos. O motivo? Seu filho Jacquel comeu uma camisinha usada que estava jogada na área de games da lanchonete.

Anishi Spencer registrou a queixa contra a cadeia de fast-food na quarta-feira (13), segundo reportagem do site da Fox News.

Segundo a denúncia, Spencer e seus dois filhos, Jonathan e Jacquel, estavam em um restaurante McDonalds no South Side de Chicago, em 4 de fevereiro de 2012, quando Jacquel pegou a camisinha usada no chão, e logo depois cuspiu um pedaço dela.

“Ambos os meninos necessitaram de cuidados médicos e sofreram lesões duradouras, dor e desconforto”, segundo o relato da mãe.

Spencer acusou o McDonalds de negligência e má higiene por não limpar os “detritos perigosos” da área de jogos e pede indenização a rede fast food devido ao acontecido.

“Este é um caso muito nojento”, disse Jeffrey Deutschman, advogado de Spencer.

Porta-vozes do McDonalds não responderam sobre a ação.

A rede fast food McDonalds já é muito reconhecida pelas suas “trapalhadas”, em dezembro do ano passado, conforme notíciou o Portal Época Negócios, uma mãe de uma menina de 4 anos, a norte-americana Frances Rosário levou um susto quando descobriu que havia um piercing de nariz no burrito que ela comprou para o almoço de sua filha em um restaurante da rede Mc Donald’s, em Atlanta, nos Estados Unidos.

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Depois de dar algumas mordidas no burrito, a garota percebeu que havia algo no recheio. Quando Frances foi averiguar o que estava ocorrendo, fez uma descoberta chocante: um piercieng de nariz saltava para fora do lanche.

A descoberta irritou a consumidora, já que sua filha poderia ter engasgado com a peça.

Frances, que havia levado o alimento para casa, ligou imediatamente para a loja, mas disse ter sido ignorada. “Eu tive que escutar que esse tipo de coisa acontece”. Diante da afirmação, ela foi a público pedir um posicionamento da rede sobre o problema. “É insano. Esse não é o tipo de comida que você serve a um consumidor”, afirma.

Em abril, uma consumidora de Illinois encontrou uma lâmina de barbear nos ovos do seu café da manhã. Outra encontrou uma barata no recheio do seu hash brown, um bolinho de batata vendido pela rede nos Estados Unidos. Há ainda relatos de uma consumidora que encontrou um pedaço de plástico em um cookie comprado em uma loja da rede.

 

Nota da matéria: 

Uma pena que esses e muitos outros consumidores não percebam que quando financiamos lixo vamos receber lixo em troca, casos como esses não são casos isolados e são apenas fruto do resultado de toda cadeia de exploração que o McDonalds exerce sobre seus funcionários, sobre a comunidade no campo, os animais que tortura e a degradação ambiental que gera.

O McDonalds possui grandes extensões de terras cultiváveis em países pobres da América Latina (inclusive Brasil), onde a desnutrição atinge milhões de pessoas.

A maior parte de suas colheitas serve de “refeição” para o gado bovino que, posteriormente se transforma em hambúrguer aqui e nos países desenvolvidos. Desta maneira, a energia que se poderia obter de produtos como cereais, é subtraída da população local e utilizada para produzir produtos elaborados (como o hambúrguer) para consumidores do primeiro mundo.

Algo em torno de 145 milhões de toneladas de cereais (e grãos) dadas ao gado, produzem apenas 21 milhões de toneladas de carne e produtos elaborados.

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