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Para quem já era fã do filme Planeta dos Macacos e aguardava o lançamento do novo filme há cerca de 10 anos, ficará ainda mais feliz ao ler essa matéria.

A maioria dos animais usados em entretenimento são tirados de suas mães ainda recém-nascidos e submetidos a métodos de treinamento baseados em medo, esforço físico e psíquico, em busca de reprimir o instinto natural (igual acontece nos Circos).

Já o filme “Planeta dos Macacos – A Origem”, recém-lançado em todo o Brasil, não utilizou nenhum chimpanzé durante as filmagens, e por isso, a produção ganhou o Proggy, um prêmio da PETA entregue anualmente a pessoas ou empresas que se destacam pela defesa dos animais.

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Para filmar o longa, o diretor Rupert Wyatt fez uso de tecnologia de captura de movimento, em que os atores são ligados a sensores que captam suas expressões e ações (igual nos jogos de futebol do Playstation, entre outros).

Cada um dos animais que apareceu na película foi fruto de criação gráfica.

A própria história do filme está ligada a questões de maus tratos. No longa, uma empresa de estudos contra o Alzeimer realiza testes em chimpanzés e, sem saber, dá cria a um filhote geneticamente modificado. Com sua inteligência, o chimpazé César é tão humano quanto os atores reais e consegue tornar os espectadores aliados à sua revolta pelas péssimas condições a que são submetidos os da sua espécie.

Fonte: EcoD

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