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Curiosidades, Saúde.

Orientações saudáveis para uma boa alimentação

A solução está em nossas mãos. O uso de cereais integrais e leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico e soja), além de suprir as necessidades de proteínas, possibilita o término do uso das carnes, laticínios, e demais produtos de origem animal, oferecendo importantes mecanismos de proteção contra doenças crônicas e infecciosas. Esse resultado ocorre porque as fibras dos cereais integrais, aderem nas gorduras, impedindo a sua absorção.

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Noventa anos de pesquisa permitiram à Ciência Médica a incrível descoberta que as principais doenças e causas de morte no mundo, podem ser evitadas em sua imensa maioria, adotando as seguintes medidas:

Utilizar na alimentação diária, grãos integrais ou alimentos em cuja composição existam grãos integrais ou farinhas de grãos integrais.

Não utilizar alimentos em conserva de sal ou vinagre e alimentos defumados. A conservação deve ser feita no refrigerador.

Não usar fumo, bebidas alcoólicas e café.

Usar o mínimo de óleo, de preferência de oliva, somente o indispensável para a culinária.

Não usar carne bovina, frango e peixe.

Não usar leite de vaca e todos os seus derivados, como: queijo, manteiga, yogurt e similares (como a margarina).

Não usar farinha de trigo refinada.

 Nos climas frios a alimentação deve ser mais densa, concentrada, energética, como: pão de centeio, arroz, lentilhas, gergelim e menos verduras. Nos climas quentes, a alimentação deve ser mais leve, pão de trigo integral, aveia, frutas frescas, milho, grão de bico, menos semente de gergelim e dessa vez mais verduras do que legumes.

 Atividade física é fundamental.

10º Procurar o contato diário e direto com a Natureza, como andar descalço na grama, na praia, em praças, jardins e desligar o máximo possível das inconveniências da vida moderna.

Dr. Sidney Federman – Especialista em Cirurgia Pediátrica pela AMB.
Diretor Clínico e Presidente do Centro de Estudos do Hospital São Camilo – Santana.
Técnico da Divisão de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis – Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

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