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Em defesa do Veganismo e dos animais!

Nada melhor do que receber a boa notícia no Dia Mundial do Vegetarianismo de que uma marca que se passava por vegana, da qual o Portal Camaleão denunciou e pressionou pelo engano aos consumidores veganos, pelo engano aos consumidores que tenham alguma intolerância dietética e também pelo uso de derivados de origem animal, tenha finalmente decidido abolir totalmente os derivados do cardápio.

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Depois de nossa publicação toda detalhada com links e provas diversas das distorções e erros cometidos pela empresa, inclusive, culpabilizando a imprensa e o público para se livrar das acusações, somado a desculpas furadas de que o produto era um pouco mais caro para justificar o uso de derivados lácteos, que como bem sabemos, são ‘frutos’ diretos da exploração de vacas e bezerros, e ainda após alguns debates extensos (relativização de algumas pessoas) e, infelizmente, até depois de recebermos uma ameaça física de amigo do sócio da empresa, finalmente, depois de aproximado 6 meses a empresa parou de comercializar “ingredientes” de origem animal em seu cardápio.

É importante ressaltar que em momento algum, apesar dos insultos e ameaças, o Camaleão pediu o linchamento da empresa na internet, não fizemos pressão pedindo para as pessoas avaliarem negativamente ou fazer comentários depreciativos a empresa no Facebook, conforme alegado por um dos sócios para causar uma falsa impressão sobre nossa idoneidade e uma comoção em seus seguidores, amigos e familiares.

Nossa ação foi no sentido jornalístico de alertar as pessoas sobre o equívoco feito insistentemente pela empresa, se um vegano ou vegetariano consumisse o produto achando que é vegano (devido a toda publicidade da empresa nesse sentido) e o produto contendo derivados de origem animal isso poderia causar um dano moral muito grande para essa pessoa (e um possível processo a empresa), bem como prejudicar a saúde dessas pessoas não mais acostumadas com esses itens “alimentares” no estômago. Infelizmente, isso chegou a acontecer, pessoas veganas chegaram a consumir esses produtos confundindo-os como um produto adequado para elas.

É complicado também a situação de adultos e crianças que não consomem algum produto de origem animal (como derivados lácteos) por intolerância, em casos mais graves, um intolerante à lactose pode até vir a óbito se consumir algo que seu organismo não tolera. Isso é muito sério.

E claro, nossa publicação também foi em defesa dos animais, devido a toda exploração animal derivada do produto, que por si só, já cria um problema ético e nos comove a agir.

Sabemos que esses seis meses seriam provavelmente figurativamente “seis anos” caso não tivéssemos feito a denúncia e caso dependesse exclusivamente do comodismo e antropocentrismo de alguns sócios da empresa em manter o queijo de vaca no cardápio mesmo diante de diversas reclamações de consumidores tanto pelo uso dos animais, quanto pela distorção do Veganismo e que, provavelmente, a empresa tenha ainda demorado esse período de seis meses apenas para não dar o braço a torcer e deixar o caso abafar.

Por tudo isso, sem sombra de dúvidas, essa medida da empresa Barão Natural de retirar finalmente o queijo de vaca do cardápio, graças à denúncia feita na época pelo Portal Camaleão, a pressão de opositores a distorção do Veganismo e verdadeiros defensores dos Interesses dos animais, é uma importante vitória simbólica para os animais explorados no consumo de derivados.

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Estamos contentes por mais essa conquista e esperamos que a empresa que continua usando o termo “Veganismo”, tenha feito a devida averiguação da marca dos produtos de limpeza do local. O mundo é vegano, se você quiser e se os Flex deixar!

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